O culto a São José começou provavelmente
no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança
grande popularidade. Em 1870, o papa Pio IX o proclamou "O Patrono
da Igreja Universal" e, a partir de então, passou a ser cultuado no
dia 19 de março.
Em 1955 Pio XII fixou o dia 1º de maio
para "São José Operário, o trabalhador".
Apesar de ter grande
importância dentro da Igreja Católica, o nome de São José não é muito
citado dentro das fontes bibliográficas da Igreja, sendo apenas
mencionado nos Evangelhos de S. Lucas e S. Mateus.
Descendente de Davi, São José
era carpinteiro na Galiléia e comprometido com Maria. Segundo a tradição
popular, a mão de Maria era aspirada por muitos pretendentes, porém, foi
a José que ela foi concedida.
Quando Maria recebeu a
anunciação do anjo Gabriel de que daria à luz ao Menino Jesus, José
ficou bastante confuso porque apesar de não ter tomado parte na
gravidez, confiava na fidelidade dela. Resolveu, então, terminar o
noivado e deixá-la secretamente, sem comentar nada com ninguém. Porém,
em um sonho, um anjo lhe apareceu e contou que o Menino era Filho de
Deus e que ele deveria manter o casamento.
José esteve ao lado de Maria em
todos os momentos, principalmente na hora do parto, que aconteceu em um
estábulo, em Belém.
Quando Jesus tinha dois anos,
José foi novamente avisado por um anjo que deveria fugir de Belém para o
Egito, porque todas as crianças do sexo masculino estavam sendo
exterminadas, por ordem de Herodes.
José, Maria e Jesus fugiram
para o Egito e permaneceram lá até que um anjo avisasse da morte de
Herodes.
Temendo um sucessor do tirano,
José levou a familia para Nazaré, uma cidade da Galiléia.
Outro momento da vida de Cristo
em que José aparece na condição de Seu guardião foi na celebração da
Páscoa Judaica, em Jerusalém, quando Jesus tina 12 anos.
Em companhia de muitos de seus
vizinhos, José e Maria voltavam para a Galiléia com a certeza de que
Jesus estava no meio do grupo.
Ao chegar a noite e não terem
notícias de seu filho, regressaram para Jerusalém em uma busca que durou
3 dias.
Para a surpresa do casal,
Jesus foi encontrado no templo em meio aos doutores da lei mais
eruditos, explicando coisas que o deixavam admirados.
Apesar da grande importância de
José na vida de Jesus Cristo não há referências da data de sua morte.
Acredita-se que José tenha
morrido antes da crucificação de Cristo, quando este tinha 30 anos.
Obra fundamental ao Maçom em seus primeiros
passos. Rizardo da Camino, um dos mais respeitados pesquisadores da
Franco-Maçonaria brasileira traça aqui os passo fundamentais.
Este livro apresenta a análise definitiva sobre
a atuação de uma das mais importantes Instituições do mundo na política
das Nações. O mais atual e um dos mais importantes pesquisadores da
Franco-Maçonaria Brasileira, José Castellani, apresenta um relato preciso,
através de uma análise histórica e apurada, do papel desta secular
Instituição dentro da política das Nações.
Para se ter idéia de como todas essas ciências
especulativas, ou ramos filosóficos, chegaram à Maçonaria é necessário que
se analise o Misticismo existente de diversas civilizações e sistemas
religiosos, percorrendo desde a Antiguidade, analisando-se as crenças
religiosas dos povos da Humanidade e o Misticismo medieval hebraico, árabe
e europeu. José Castellani apresenta em As Origens Históricas da Mística
Maçônica a relação entre o Misticismo, de maneira geral e a Maçonaria, em
particular, através da íntima relação com a Metafísica, com a Mitologia,
com a Teologia, com a Teosofia, com as Religiões e com a Astrologia.
Leitura recomendada, livros do
Ir.'. Pierre Joseph Proudhon