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Quem são os loucos?

"Ya no hay locos, amigos, ya no hay locos."

León Felipe

 

Não há loucos no Brasil não há mais loucos

 Quando elegemos um operário para defender-nos e ele nos ataca,

 Quando todos dormem placidamente e concordam com a esbulha,

 Quando o cristão justifica a espoliação e a miséria, 

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo

 Fala de um país em que o operário “repete a multiplicação dos pães”...

 Não há loucos no Brasil não há mais loucos

 O líder guerrilheiro guerreia agora contra o povo

 Faz as contas: mais um voto e a gente diminui o salário do povo 

“Vamos dar quarêiiinta porcêiiinto para os planos de saúde”

 “Salário só aumêiiinta quando tiver crescimêiiinto sustêiiintado”

 Faz as contas: “juros 19 porcêiiinto, impostos 40 porcêiiinto”  

“Salário só aumêiiinta quando tiver crescimêiiinto sustêiiintado”

 (Vai aprendendo o sotaque do inferno, canalha! Vais precisar dele...)

 Arranca uma fortuna da mesa do pobre

 E manda para pagar os juros da dívida

 E ela aumenta

 Para os salários, a saúde e a educação não há dinheiro 

“Paciêiiincia”

 Com a pena impede o crescimento, com a boca diz:

 “Salário só aumêiiinta quando tiver crescimêiiinto sustêiiintado”

 Não há loucos no Brasil não há mais loucos

 Como é que se sabe quando se perde o juízo?

 Todo o mundo está contente.

Desempregado mas contente,

Faminto mas contente,

Sem teto mas contente,

Analfabeto mas contente,

 Riem. Com os olhos sangrando riem

 Com os filhos chorando riem 

Não sei de que(m) riem

 Cinco séculos de paciência e a recompensa

 “Paciêiiincia”

 Já perdi a paciência com tanto pedido de paciência!

 Nas escolas se estudam formas de desqualificar o discurso revolucionário

 “Coisa ultrapassada!”

“Pensamento démodé!”

“Que imperialismo que nada!”

“Viva a globalização!”

“Isso é conversa de comunista!”

“O comunismo está morto!”

“Globalização iguala todo o mundo!”

“Que classes diferentes que nada!”

 Na saída, uns vão com o chofer para a zona sul,

outros pegam o trem lotado para a periferia.

 Não há loucos no Brasil não há mais loucos

 Sapo barbudo!  Sapo Iscariotes! Ladrão da Verdade! Canalhantropo verocida!

 Transformar o Templo da Nação no Templo da Traição!

 O rei está nu e todos aplaudem...

 Sapo barbudo, essa roupa bonita,

 Foi costurada com o sangue de tua gente!

 Teu parente d’Espanha,

 O espalhafatoso fantasma do deserto,

 Gargalhou pisoteando seu povo por quarenta anos.

 Tu queres vinte. Não sei se mereces.

 O povo não merece!

Ouça a canção "Ya no hay locos" em Real Audio.  Clique aqui.

Ouça a canção "Ya no hay locos" em MP3. Clique aqui.

Em virtude da legislação brasileira atinente aos Direitos Autorais, somente se reproduz nesta página um trecho da canção. Para ouvir na íntegra fica a recomendação da aquisição do CD:

 

Pero ya no hay locos (León Felipe - El payaso de las bofetadas )

 

Ya no hay locos, amigos, ya no hay locos.

Se murió aquel manchego, aquel estrafalario fantasma del desierto y...

ni en España hay locos.

Todo el mundo está cuerdo, terrible, monstruosamente cuerdo.

Oíd... esto,

historiadores... filósofos... loqueros...

Franco... el sapo iscariote y ladrón en la silla del juez repartiendo castigos y premios,

en nombre de Cristo, con la efigie de Cristo prendida del pecho,

y el hombre aquí, de pie, firme, erguido, sereno,

con el pulso normal, con la lengua en silencio,

los ojos en sus cuencas y en su lugar los huesos...

El sapo iscariote y ladrón repartiendo castigos y premios...

y yo, callado, aquí, callado, impasible, cuerdo...

¡cuerdo!, sin que se me quiebre el mecanismo del cerebro.

¿Cuándo se pierde el juicio? (yo pregunto, loqueros).

¿Cuándo enloquece el hombre? ¿Cuándo, cuándo es cuando se enuncian los conceptos

absurdos y blasfemos

y se hacen unos gestos sin sentido, monstruosos y obscenos?

¿Cuándo es cuando se dice por ejemplo:

No es verdad. Dios no ha puesto

al hombre aquí, en la Tierra, bajo la luz y la ley del universo;

el hombre es un insecto

que vive en las partes pestilentes y rojas del mono y del camello?

¿Cuándo si no es ahora (yo pregunto, loqueros),

cuándo es cuando se paran los ojos y se quedan abiertos, inmensamente abiertos,

sin que puedan cerrarlos ni la llama ni el viento?

¿Cuándo es cuando se cambian las funciones del alma y los resortes del cuerpo

y en vez de llanto no hay más que risa y baba en nuestro gesto?

Si no es ahora, ahora que la justicia vale menos, infinitamente menos

que el orín de los perros;

si no es ahora, ahora que la justicia tiene menos, infinitamente menos

categoría que el estiércol;

si no es ahora... ¿cuándo se pierde el juicio?

Respondedme loqueros,

¿cuándo se quiebra y salta roto en mil pedazos el mecanismo del cerebro?

Ya no hay locos, amigos, ya no hay locos. Se murió aquel manchego,

aquel estrafalario fantasma del desierto

y ... ¡Ni en España hay locos! ¡Todo el mundo está cuerdo,

terrible, monstruosamente cuerdo! ...

¡Qué bien marcha el reloj! ¡Qué bien marcha el cerebro!

Este reloj ..., este cerebro, tic-tac, tic-tac, tic-tac, es un reloj perfecto...

perfecto, ¡perfecto!

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