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A Questão dos royalties do Petróleo Chamo a atenção do(a) eventual leitor(a) para a magnífica resposta que o Senador Cristovam Buarque deu a um estudante universitário estadunidense quando questionado sobre a “Internacionalização da Amazônia” e seguir na mesma linha de raciocínio para com as reservas nacionais; aqui: Amazônia do Brasil - Cristovam Buarque Em primeiro lugar, sabemos que a verdadeira intenção do governo Lula da Silva, já em seu terceiro mandato, este por procuração, é extrair mais dinheiro do povo para reforçar o caixa que engorda o capital financeiro e seus parceiros nos desvios monumentais de dinheiro público. Mas se o dinheiro oriundo da extração do Petróleo deve ser dividido entre todos os Estados da Federação, temos o dever de fazer o mesmo com todas as outras riquezas geradas em todos os outros Estados. Minas Gerais terá de dividir os recursos com a extração de minério (de ferro, ouro, prata, etc.) com todos os Estados da Federação.
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A Amazônia (Pará, Tocantins, Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia e parte do Maranhão) tem de dividir as riquezas oriundas da extração da Borracha assim como das muitas minas daquela região. O Rio Grande do Sul e Goiás têm de dividir os dividendos oriundos da exportação de carne bovina e suína com todos os Estados da Federação. E assim por diante, cada Estado de acordo com a sua produção ou riqueza, que deverá ser dividida por todos os Estados da Federação. Mas... Seja dos royalties do petróleo, seja oriunda desta minha modestíssima proposta, onde, nesse governo de coalizão nacional contra os interesses do povo brasileiro com a oposição mais dócil de que se já ouviu falar, onde enfim encontrar gente honesta para gerenciar eficiente e honradamente tais recursos? No atual governo, defendo que cada Estado fique com os frutos de suas próprias riquezas. Se em algum momento o Brasil voltar a ter um governo patriótico e honesto, a favor do povo brasileiro e não contra ele (o último que tivemos foi o de Getúlio Vargas que, LITERALMENTE, deu a vida pelo país), podemos pensar em dividir igualmente as riquezas, não só de cada Estado, mas vamos também verificar os melhores métodos de Estatizar e Aprimorar os Serviços Essenciais, retirando-os das mega-corporações que – para estarrecimento de todos – receberam do Brasil o dinheiro para comprar empresas brasileiras, privatizando-as. Será fundamental ainda fazer o que todas as Nações Poderosas do mundo precisaram fazer para que se tornassem plenas: decretar uma MORATÓRIA na dívida do Brasil e realizar o que o PT e o PC do B prometeram e não cumpriram, ou seja, uma auditoria R I G O R O S A das origens dessa dívida e ressarcimento quando for o caso, somente do principal, repudiando a usura e a agiotagem (que hoje ultrapassam – EM MUITO – os valores do Principal). Um país de dimensões continentais com todas as riquezas (inclusive humanas, em uma ou duas gerações voltaremos a formar gênios como se fazia quando o Brasil ainda era nosso!) de que dispomos tem plenas condições de erguer-se diante do mundo e dizer NÃO à Globalização assassina!
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